sábado, 8 de março de 2014

Ah... mulheres!

                                                       

De onde terá surgido essa história de que a mulher é o "sexo frágil"? 
A mulher pode ser tudo, pode ser o que quiser... até mesmo aparentar fragilidade quando quiser...rs
Mas de fato o que nós NÃO SOMOS é um ser "frágil"... e não se confunda fragilidade com delicadeza, com pouca força física, com sensibilidade - por que isso nós temos de sobra!
Somos co-criadoras com o Pai, assim como os homens também o são, entretanto, Deus em sua infinita sabedoria, concedeu à mulher (e não ao homem...) o privilégio de gerar, de parir, de amar de forma transbordante e transcendente...
Mulheres são guerreiras, são pessoas fortes, que vão à luta para criar seus filhos, para manter a família, para conquistar o mercado de trabalho apesar da "dupla jornada"... e ainda por cima são seres que sangram todo mês, que suportam as alterações hormonais, as mudanças em seu próprio corpo para gerar nova vida, para alimentar essa nova vida - mulheres amamentam, cuidam, ensinam, educam, não dormem, se estressam, amam, gritam, choram, caem e se levantam com tamanha graça que muita gente nem percebe... rs
E sem querer desmerecer os homens, a grande maioria delas são as principais responsáveis pela educação e formação moral dos filhos... talvez por que culturalmente esses papéis tenham sido definidos assim, o que vem mudando ultimamente, ainda bem!
As mulheres despontam como a grande força do mercado de trabalho - em muitos segmentos, públicos e privados, elas já são maioria! E já encontramos mulheres em trabalhos que até há pouco tempo eram tidos como tipicamente masculinos!
E além de todo esforço, da longa jornada de trabalho, da estressante tarefa de administrar uma casa e uma família, temos muitas vezes que lutar contra o preconceito que ainda existe... frases do tipo "mulher ao volante, perigo constante", "isso é coisa de mulherzinha" etc, mostram que ainda há quem não enxergue que mulheres e homens tem a mesma importância, tem direitos iguais e mesma força produtiva...
Agradeço a Deus a chance de ter nascido mulher - a Doutrina Espírita nos ensina que os espíritos não tem sexo, ora animam um corpo feminino, ora um corpo masculino, no constante aprendizado em busca da evolução; e nesse caminho sem fim da alma que é aprendiz eu bendigo a oportunidade de ser mulher, de ter podido vivenciar a maravilhosa experiência de gerar, de criar e educar filhos, de amar sem medidas, pela chance de viver nesse "universo feminino", onde cabe de tudo: livros e batons, acessórios e receitas... espartilhos e mamadeiras, perfumes e panelas... rs
E parafraseando Vinícius, numa frase  bem conhecida que me permito discordar do grande poeta:

 "Que me perdoem os homens mas as mulheres são fundamentais!"






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